sábado, 16 de maio de 2009

Conexão Nativus 3





Para participar de “Caminho das Índias”, José de Abreu precisou fazer uma mudança radical no visual: ele raspou a cabeça deixando apenas um “rabo de cavalo diferente” e se acostumou a usar poucas roupas. Mas as diferenças entre o personagem e o ator vão muito além da aparência, como, por exemplo, a relação com a religião. Enquanto Pandit é um sacerdote, José de Abreu é ateu, mas o ator confidenciou que foi criado no catolicismo e chegou a ser coroinha e seminarista. Confira abaixo um bate-papo cheio de curiosidades com o ator!



Pandit é o personagem mais diferente que você já fez?



Você tem alguma semelhança com ele?“Eu não tenho nenhuma semelhança com o Pandit. Ele é um personagem totalmente fora do nosso universo. Mas o Pandit é um indiano muito especial. Ele começou a estudar a religião com uns 12 anos. Ele é um sacerdote e bem diferente dos que estamos acostumados a ver. Com certeza não há outro personagem que eu tenha interpretado tão particular como o Pandit”.



Em “Caminho das Índias” você tem a oportunidade de ficar bastante próximo do hinduísmo, pois Pandit é um sacerdote e está sempre falando dos livros sagrados. Como é a sua relação com a religião?



“Fui criado no catolicismo. Passei por quase todas as ‘etapas’ da religião. Cheguei a participar de movimentos dentro da igreja, fui coroinha e até seminarista durante um tempo. Mas depois me tornei ateu. Quando fui morar na Europa, tive contato com o hinduísmo e a filosofia oriental. Ao retornar ao Brasil, pratiquei um pouco de espiritismo, mas atualmente só tenho Deus no coração e não sigo uma religião”.



Pandit também é ótimo em analisar os astros. Você acredita em horóscopo, costuma consultar?


“Acredito sim em horóscopo. Costumava fazer meu mapa astral, mas tem um tempo que não faço. E não era essa bobagem que tem nos jornais, que até leio por curiosidade. Horóscopo deve ser feito corretamente, com o mapa de sua vida e todo ano verificar os trânsitos para você poder estudar a melhor forma de seguir sua trajetória. Porém, não tem nada relacionado à adivinhação. É simplesmente para saber o que vira pela frente e ficar preparado para as dificuldades ou receber as coisas boas.


Como foi fazer essa transformação no visual para interpretar Pandit?



“Sempre faço uma preparação para qualquer personagem. Deixo crescer o bigode, faço mais a barba ou corto o cabelo. Entretanto, dessa vez foi muito radical. Essa história de raspar a cabeça e ficar apenas com esse ‘rabinho’ é bem diferente. Mas eu gosto, pois faz parte da minha vida. Encaro isso com certa tranqüilidade”.


Deve ser engraçado usar pouco figurino enquanto todo mundo está cheio de roupas. Você sente frio nas gravações?


“Nas gravações dentro do estúdio, com certeza. Mas nas externas é gostoso e me sinto muito bem. O melhor é que não gosto muito de trocar de roupa e sou bem preguiçoso. Por isso, considero esse personagem maravilhoso, já que só troco o pano de cima”.


Você tem projetos para 2010? Planos de voltar ao teatro?


“No teatro, meu único projeto é o monologo que faço há três anos: ‘Fala, Zé’. Com esse espetáculo, consigo rodar todo o país. Ainda não tenho outro trabalho ou convite em vista para atuar”.


E no cinema? Você estava com o projeto de produzir o documentário

“Uma carta para o futuro”. Como está esse projeto?


“Esse projeto virou um longa metragem de ficção. ‘Uma carta para o futuro’ era um documentário sobre a imigração judaica. Depois ele evoluiu para um filme de baixo orçamento, que iria se chamar ‘Vida invertida’. Mas agora o projeto está com um orçamento bem maior e com o nome de ‘Onde os porcos comem laranja’. Entretanto, pode até ser que os dois primeiros projetos venham a acontecer. Tenho muito material, fiquei quatro anos trabalhando em cima desse projeto com pesquisas, viagens e entrevistas. É uma história muito bonita que quero deixar para meus filhos e netos, que têm na minha ex-mulher e mãe deles, esse lado judeu. Devo começar a filmar em outubro, no fim da novela, e poderá ser lançado em maio do ano que vem”.



A Entrevista anterior foi feita para o site da novela "Caminhos das Índias"

Perfil Nativus


Paulo Coelho


O escritor Paulo Coelho nasceu no Rio de Janeiro, lá passou sua infância em meio a traquinagens colossais, entre várias leituras e sua paixão ou lenda pessoal como queiram colocar à “escrita”. Desde muito cedo o escritor descobriu o que realmente queria para sua vida, e para conquistar tamanho desafio, ele desceu aos subterrâneos até reencontrar a luz.
Falar sobre Paulo Coelho é como diz Fernando Morais, seu biografo, “é como escrever uma grande obra de ficção que nenhum autor conseguiria fazer”. São mais de 10 livros em sua carreira literária, sendo o “Alquimista” sua mais famosa obra. Autor de mais de 100 milhões de exemplares vendidos não é para qualquer um e imagine ser o autor mais traduzido do mundo, até mais do que o clássico autor inglês William Shakespeare. Seus temas variam muito de romances de busca até dramas em manicômios, mas concerteza o que permeia toda a obra de Paulo e a eterna busca de si mesmo, ou como o autor diz, sua lenda pessoal. Muitos não entendem ou apenas criticam o autor por não compreender o motivo de tanto sucesso, o que não sabem é que Paulo usa de uma linguagem pura e sem rodeios, como fazem alguns autores tentando serem interessantes, só tentando, e o amor sentimento universal sempre está em sua literatura.



Obras

(Para baixar os livros clique nas Imagens)
O Alquimista



O Jovem Santiago já faz parte do panteon de personagens clássicos da literatura mundial. O Alquimista narra suas aventuras em busca de um enorme tesouro, que o fará percorrer uma longa distância em busca de si mesmo. Nesse livro estão termos que mais tarde seriam imortalizados no imaginário dos fãs de Paulo Coelho como "Lenda Pessoal" e " Magia".





O Vencedor está só


A história se passa nas 24 horas de um dia no Festival de Cannes. Entre os personagens, um costureiro, uma modelo e um serial killer. Um thriller cuja ação se desenvolve em menos de 24 horas, e que se lê de um só fôlego.O protagonista é Igor Dalev, um russo que transforma sua obsessão pela ex-mulher em uma trilha de assassinatos. Com o ambiente luxuoso de estilistas e artistas ao fundo de sua trama, Paulo Coelho busca montar uma crítica ao materialismo e a permissividade.



O DIÁRIO DE UM MAGO


"Assim como em SÃO THIAGO, a fé e o entusiasmo são transparentes em PAULO COELHO. Quando o conheci, não podia imaginar que alguém ainda me pudesse abrir um universo inteiramente novo. Ma assim como o amor aos 16, e a filosofia aos 20 anos, PAULO COELHO me ensinou que o mundo era muito, mas muito maior do que eu poderia acreditar. Para descobrir o que está escondido, ele me mostrou que era preciso aliar uma lógica severa a uma extraordinária lucidez intuitiva. O sagrado que inspira o mago se aplica ao discernimento da realidade".


CLÁUDIA CASTELO BRANCO


Nesta auto-biografia, Paulo Coelho retraça sua jornada pelo estranho Caminho de Santiago.



Quadrinhos Nativus

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Descuidado


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Ixi o papel acabou !!!!



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Exame de DNA já !!!


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Enquanto isso no Bar Perestroika

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Conexão Nativus 2

A seguinte matéria não está completa, você poderá conferir ela na integra na Revista Rolling Stones 22 já nas bancas. Boa Viagem!!


A música ruiva

Por José Julio do Espirito Santo


Com o lançamento de um novo disco – de músicas inéditas – e planos de mudança para um novo lar, Nando Reis expõe sua difusa personalidade.


Na sala de estar, o clima é de expectativa e discreta comemoração. Nando Reis e o casal de fotógrafos encontram um assunto em comum, quebrando o gelo em meio aos cliques. Tanto ele quanto a dupla em breve terão novos lares e comentam sobre as dificuldades de se mudar. "Depois de dois anos de reforma, acho que vou conseguir terminá-la agora", o músico fala, explicitando alívio. Sem deixar transparecer, a espera maior neste momento é pelo lançamento de Drês, o oitavo álbum da carreira "solo" do cantor e compositor paulistano de 46 anos - quarto que leva a assinatura de Nando Reis e os Infernais, explicando as aspas acima. Não menos autobiográfico do que os anteriores, mas com menos medo de expor sentimentos, o novo trabalho traz muitas faixas sobre uma recente paixão do artista. "As músicas que gravei dentro dos meus próprios discos foram feitas para as pessoas. Eu tenho essa relação música e musa", explica, citando como nasceram "Hi, Dri", "Driamante" e a faixa-título - homenagens à ex-namorada, a publicitária Adriana Lotaif.

Inaugurando uma carreira paralela aos Titãs com o disco solo 12 de Janeiro (de 1995, batizado de acordo com o dia do aniversário de Nando, nascido José Fernando Gomes dos Reis em 1963), o músico gravou apenas mais cinco álbuns de estúdio. Intervalos tão grandes entre lançamentos de trabalhos com músicas inéditas (Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro, o segundo álbum, saiu cinco anos depois) tinham, a princípio, uma justificativa titânica: "Entre esses dois álbuns, o Titãs lançou Domingo e oAcústico MTV Titãs, que vendeu mais de 1,7 milhão de cópias", ele explica. Quando Infernal, seu terceiro álbum sozinho, foi lançado em 2001, Nando já era considerado um respeitável compositor de hits nas vozes de Cássia Eller e Marisa Monte e de bandas como Skank e Cidade Negra. A ruptura com a banda na qual cantava, tocava baixo e compunha, estava próxima. "Eu não conseguia mais dividir da forma como é necessário que se divida o trabalho com tanta gente. Não tinha tanta tolerância para trabalhar as músicas que eu não tinha exatamente o mesmo interesse e percebia que isso acontecia em relação às minhas músicas também", Nando confessa, justificando a saída. "É desgastante trabalhar numa banda com a premissa, com o funcionamento dos Titãs, em que todo mundo tem o mesmo peso, todo mundo é uma democracia. Entendo que eles tenham ficado com raiva de mim. E eu também fiquei, e aí as coisas degringolam um pouco, sabe? Assim, ninguém é tão camarada, ninguém tem mais aquela tolerância até porque já estávamos 20 anos juntos."

domingo, 10 de maio de 2009

Do Guerreiro da Luz



Do Guerreiro da Luz


A virtude de amar não é privilégio de poucos, mas a beleza do amor correspondido é fruto da luta incessante que apenas os fortes conseguem. O Guerreiro da Luz por ser um eterno apaixonado nunca desiste de um amor, por mais ferido que este saia de cada batalha sua espada sempre está pronta para outra. O guerreiro da luz conhece a importância de sua intuição. No meio da batalha, ele não tem tempo para pensar nos golpes do inimigo – então usa seu instinto, e obedece ao seu anjo. Nos tempos de paz, ele decifra os sinais que Deus lhe envia. As pessoas dizem: “Está louco”. Ou então: “Vive num mundo de fantasia”. Ou ainda: “Como pode confiar em coisas que não tem lógica?” Mas o guerreiro sabe que a intuição é o alfabeto de Deus, e continua escutando o vento e falando com as estrelas.
Assista uma mensagem do Mago Paulo Coelho um dos mais conhecidos Guerreiros da Luz de nossa Terra Brasilis, clicando AQUI .

Vapt Vupt Slz



· O Ator Keanu Reeves vai estrelar a nova versão para o cinema da clássica história Dr. Jekyll e Sr. Hyde (O médico e o monstro) de Robert Louis Stevenson. O filme, que têm como produtora a Universal se chamará “Jekyll” e terá roteiro de Justin Haythe, de “Apenas um Sonho”.








· Entre os dias 18 a 22 de maio acontecerá o I Colóquio Nietzsche- Do Crepúsculo à Aurora no Auditório B do Centro de Ciências Humanas (CCH) na UFMA. O Colóquio que é uma realização do Grupo de Estudos Hermenêutica e Literatura tem vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas no C.A. de Filosofia ao custo de R$5,00.









· Estreou na última sexta-feira dia 08 de maio, a nova versão da série Jornadas nas Estrelas. Esse novo longa promete agradar tantos os fãs da série, quanto aos desconhecedores da obra “videográfica”. O longa têm como diretor J.J. Abrams, famoso criador da série “Lost” e diretor de “Missão Impossível 3”.





O trailer do polêmico filme de Aluízio Abranches, ”Do Começo ao Fim”(clique e veja o trailer), já caiu na net e, em apenas um dia de circulação, já foi visto mais de 25 mil vezes. Ainda sem data de estréia, o longa brasileiro retrata a delicada relação entre dois irmãos que são muitos próximos quando crianças e, na vida adulta, acabam vivendo uma grande paixão. O elenco do filme conta com Júlia Lemmertz e Fábio Assunção, como pais dos meninos.
Confira o Trailer no Cine Nativus em nossa barra lateral direita








  • · Parabéns a todas as mães, mas lembrem-se todos os dias são seus.




· “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.” (Friedrich Nietzsche)
Se quiser saber o pouco mais sobre Nietzsche assista o Especial Café Filosófico clicando AQUI .

  • O Anticristo foi redigido em 1888, mas Nietzsche não chegou a acompanhar a publicação, pois, como se sabe, ficou demente no início de 1889. A obra saiu apenas em 1895, editada por sua irmã, que expurgou algumas passagens.Em quase todos os seus livros Nietzsche discute a religião e a moral cristãs, mas é em O Anticristoque essa discussão alcança a forma mais desinibida e polêmica. Ele faz uma reinterpretação do cristianismo inicial, distinguindo entre o que teria sido Jesus de Nazaré e a interpretação que o apóstolo Paulo fez, algum tempo depois, da figura e dos ensinamentos de Jesus. Para Nietzsche, foi são Paulo quem transformou Jesus em Cristo, foi ele o verdadeiro inventor do cristianismo.O livro oferece, entre outras coisas, uma crítica do conceito cristão de Deus, uma análise do tipo psicológico do Salvador, uma psicologia da fé e dos crentes, uma comparação entre o budismo e o cristianismo, envolvendo uma concepção bastante heterodoxa sobre a natureza do cristianismo. No final, este é condenado como uma religião niilista e negadora da sexualidade, ou seja, contrária aos valores vitais.




Assim falava Zaratustra, é um livro de filosofia bem diferente dos outros, no sentido que não é nem sistemático, nem conceitual: sua originalidade estilística consiste em trazer filosofia do campo da ciência para o da arte, libertando a palavra do conceito e a exposição de idéias da lógica argumentativa. Grande admirador da epopéia, da tragédia do romance de formação, esse escritor ao mesmo tempo leve e profundo, que acredita que escrever é dançar com a pena e jamais esquece a musicalidade das palavras, expressa artisticamente seus pensamentos filosóficos neste livro que é o ápice de sua filosofia trágica, através da poesia, da narrativa, do drama. O personagem central de Zaratustra de Nietzsche pretende ser a superação de concepções morais pela coragem que adquire, em seu aprendizado trágico, de querer a vida como ela é, afirmando-a integralmente, sem oposição de valores. Concorde ou não com Nietzsche, realmente é difícil encontrar um texto que transmita um amor tão intenso à vida quanto esse.

Crônica




Várias Variáveis



A Henry Miller.
O que se esconde nas esquinas de uma cidade? Existiam várias formas para começar esse texto, mas o estômago registrou essa frase. A vida marginal que eclode dos becos escuros, a lama que escorre pelos buracos, uma bituca de cigarro no chão tudo isso é arte e da mais pura forma de arte, não aquele tipo que é para ser estudado e registrado em enciclopédias, mas sim sentido. Olhem que tal sentir uma boa fumaça de cigarro que deve ser até melhor que o ar puro, tão careta em sua escassez, é a alma da rua se manifestando em uma tragada surreal, a mentira se tornando real ou quem sabe desigual na medida que você não sabe encará-la como ideal. Você já sentiu a força que brota do chão de pedras ou quem sabe aquele cheiro de pinche molhado no final de uma noite? Sentir na pele o frio da chuva que tal?, se não sente, não tem problema vai lá fora agora se tiver chovendo se jogue no asfalto deixe ela te molhar, mas lembre-se depois dela, um copo de qualquer bebida quente faz por você o que nenhum remédio ou credo faz lembrar.
O corpo antes frio agora sente o calor da bebida acompanhar todo o percurso que sangue faz em sua rotina, parece que você pode acompanhá-lo em sua viagem, que tal sair para sentir isso na rua ? Olhe lá no fundo da rua quem aparece lá, que figura torta e sem rosto parece uma sombra de alguém. Têm um vagabundo com mão no bolso me olhando, chego de bobeira e começo a tragar seu cigarro, ele de boa dá uma risada. O aroma refrescante do lodo que se aperta pelas brechas da calçadas me convida a desbravar o beco tão escuro que logo se apresenta . Meu cabelo desgrenhado e comprido está todo molhado e o casaco que tenta me aliviar da chuva me faz espirrar. Pelas laterais imundas da rua escorre a urina e a bosta, de uns aristocratas burgueses que moram lá em cima onde os felinos furtam o nada. Veja como os prédios estão rachados, e do caos nasceram plantas, que já nasceram mortas, pela falta de criação. A chuva bate em nossa face e rasga a pele deixando aparecer os ossos e não há máscaras para esconder as falhas. Lá na frente está um néon piscando numa placa quebrada, é lá mesmo que entro.
A arte das ruas que loucura mediana horizontal, Natasha passou por aqui, muito doida derrubou o pó em cima de mim, e nem me ofereçeu, levada essa muleka.
Agora com o calor da bebida e a fumaça da tragada, você já esta pronto para sentir a viagem transviada, tudo é transgressão meu irmão, o sexo, a droga e até a religião. E que neura? aqui só tem punk cristão.

Esse texto e outros podem ser lidos ou sentidos no Blog Concreto e Asfalto: http://concretoeasfalto.wordpress.com/